[Resenha] Bom dia, Verônica –

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Editora DarkSide Books

Sinopse: Em “Bom dia, Verônica”, acompanhamos a secretária da polícia Verônica Torres, que, na mesma semana, presencia de forma chocante o suicídio de uma jovem e recebe uma ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Com sua habilidade e sua determinação, ela vê a oportunidade que sempre quis para mostrar sua competência investigativa e decide mergulhar sozinha nos dois casos. No entanto, essas investigações teoricamente simples se tornam verdadeiros redemoinhos e colocam Verônica diante do lado mais sombrio do homem, em que um mundo perverso e irreal precisa ser confrontado.

Andrea Killmore compõe thrillers como os grandes mestres, e sua experiência de vida confere uma autenticidade que poucas vezes encontramos em suspenses policiais, vibrante e cruel — como a realidade.

“As mentiras… bem, as mentiras só serviam para manter tudo no seu devido lugar.”

Em “Bom dia, Verônica”, acompanhamos a secretária da polícia Verônica Torres, 38 anos, secretária pessoal do Delegado Carvana, titular do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) que, na mesma semana, presencia de forma chocante o suicídio de uma jovem e recebe uma ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida.

Com sua habilidade e sua determinação, ela vê a oportunidade que sempre quis para mostrar sua competência investigativa e decide mergulhar sozinha nos dois casos. No entanto, essas investigações teoricamente simples se tornam verdadeiros redemoinhos e colocam Verônica diante do lado mais sombrio do homem, em que um mundo perverso e irreal precisa ser confrontado.

Eu terminei esse livro e ainda não sei como posso descrevê-lo, pois são tantas as emoções que me deixam sem palavras, mas irei tentar falar sobre essa obra prima sensacional. Andrea Killmore é o pseudônimo de alguém que nós não sabemos quem é. Há todo um mistério em torno de quem ela seja que acaba se confundindo com a própria identidade da protagonista dessa história. É uma excelente jogada para atrair os leitores, mas que em mim não exerceu especial influência, por isso optarei por deixar esse aspecto de lado e me voltarei para o que vocês poderão encontrar no livro “Bom Dia, Verônica” .

“[…] Depois de um tempo, a gente vê que não tem jeito e desiste de querer salvar o mundo.”

Narrado em primeira e terceira pessoa, somos rapidamente mergulhados na vida de duas personagens Verônica e Janete. Verônica foge da linha de todo personagem feminino, impulsiva, atrevida, egoísta em certos momentos, não tem vergonha de admitir seus sentimentos e tem seus altos e baixo em uma trama de tirar o fôlego. Já Janete é o oposto, a mulher de casa, pacata e que leva uma vida cheia de medos. Os personagens secundários como Carvana (um delegado preguiçoso e que vai ficar marcado com o bordão: “Engaveta Verô”) e outros deixam a história envolvente, fazendo com que tudo se encaixe perfeitamente.

“O ser humano é podre e egoísta, prefere o problema que já conhece a enfrentar o desconhecido com honra.”

Andrea Killmore nos mostra tudo o que você tem direito em um thriller policial: personagens intrigantes, reviravoltas, crises de identidades, ilusões amorosas, cenas fortes e uma trama bem amarrada, nos direcionando com uma maestria e nos faz acreditar que o que vem pela frente não pode ser pior e aí que você se surpreende, pois é apenas o começo.

5-estrela

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